sábado, 1 de setembro de 2012

INTOXICAÇÃO EM APARECIDA

Está na hora do consumidor também assumir um pouco da responsabilidade...

Como o cidadão pode comer um lanche com maionese caseira?

Depois Deus é ruim...

29/08/2012 17h14- Atualizado em 29/08/2012 20h00

Intoxicação alimentar leva pessoas para o Pronto Socorro em Aparecida

Todos informaram que comeram lanche em comércio no bairro Santa Rita.
Vigilância Sanitária encontrou maionese caseira no estabelecimento.

Do G1 Vale do Paraíba e Região
 

A Vigilância Sanitária informou que o uso de uma maionese caseira foi a causa da intoxicação alimentar em pelo menos 32 pessoas, em Aparecida, nesta quarta-feira (29). Elas comeram lanches em um estabelecimento no bairro Santa Rita na noite desta terça-feira (28) e procuraram atendimento no Pronto Socorro da cidade.
Os pacientes deram entrada no PS com calafrios, dores abdominais, vômito, diarreia e febre. Sete pessoas estão em observação, já que tiveram febre de 39 graus. Os demais foram liberados após receberam orientação e medicação.
O Pronto Socorro notificou a Secretaria de Saúde da cidade e a Vigilância Sanitária que foi à lanchonete e encontrou algumas irregularidades, como o uso de maionese caseira, sendo que a legislação exige o produto industrializado. O material foi imediatamente inutilizado. Outros produtos usados nos lanches foram recolhidos e encaminhados para análise.
O proprietário do local, que não quis se identificar, disse que trabalha no ramo há 20 anos e que há quatro a lanchonete funciona no atual endereço. Ele afirmou ainda que isso nunca aconteceu. “Estou realmente surpreso, e colaborando para tentar encontrar o problema”.
A lanchonete, que só funciona no período da noite, está fechada. De acordo com o dono, o comércio não abre às quartas-feiras. A Vigilância Sanitária orientou os proprietários para que voltem a abrir a lanchonete só depois que um relatório conclusivo for finalizado. Isso deve ocorrer nesta quinta-feira (30). Porém, o proprietário informou que vai abrir o estabelecimento normalmente.

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

BOTULISMO: mortadela Estrela e milho-verde Quero

Secretaria de Saúde de SP proíbe a venda da mortadela Estrela e milho-verde Quero

23/08/23012
Tainah Medeiros
Milho-verde da marca Quero e mortadela Estrela estão proibidos no Estado de SP
A Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, por meio do seu centro de Vigilância Sanitária, proibiu a venda do lote 1E0712 da mortadela Estrela e do lote 300437 do milho-verde em conserva da marca Quero.
A interdição cautelar, publicada nesta quinta-feira (23/08/2012), ocorreu após a notificação de quatro casos de botulismo na cidade de Santa Fé do Sul, região de São José do Rio Preto, interior do Estado. Suspeita-se que o surgimento da doença se deu depois do consumo desses produtos.
Uma amostra do milho-verde e da mortadela foi encaminhada para o Instituto Adolfo Lutz, na capital paulista, onde será analisada. Até ser concluída a investigação, fica proibida a comercialização dos lotes em todo o Estado. Fique atento ao rótulo para não adquirir um produto dessa série.
Desde 1997, a região paulista registrou 22 casos, dos quais cinco resultaram em morte. O último caso da doença na região foi em 2009.
O botulismo é causado por uma bactéria que surge em alimentos mal conservados, principalmente nos enlatados, conservas e embutidos.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

GOROROBA FEITA EM CASA

Bom dia!

Meus amigos, tenho pavor de festas feitas em escolas, creches, bairros, comunidades, etc, etc, onde cada um leva algo de casa para todos comerem.

Geralmente vai dar pau...

06/08/2012 13h18 - Atualizado em 06/08/2012 13h18


Cem pessoas são internadas por intoxicação alimentar em festa, no AM

Convidados participavam de formatura do programa 'Pró-jovem do Campo'.

Alimentos oferecidos no evento serão analisados pela Secretaria de Saúde.

Pelo menos cem pessoas apresentaram sintomas de intoxicação alimentar depois de participarem de uma festa de formatura do programa "Pró-jovem do Campo", na comunidade Vila Manaus, a cinco quilômetros da sede do município. O caso ocorreu neste domingo (6) em um salão de festas da cidade.

Adultos e crianças foram internados no hospital do município com vômito, diarreia e dor no estômago. A maioria foi medicada e liberada em seguida. Cinco pessoas permanecem hospitalizadas, segundo a unidade de saúde.

Os alimentos oferecidos no evento vão ser analisados pela Secretaria de Saúde, e um laudo deve ficar pronto em 15 dias.

De acordo com a coordenação do Projovem, em Boa Vista do Ramos, os alimentos estavam em boas condições para consumo e foram preparados por pais de alunos e funcionários do Pro-jovem.


Do G1 AM

sábado, 23 de junho de 2012

GOROROBA NO PARÁ - CURIONÁPOLIS

21/06/2012 21h11

No Pará 82 pessoas são internadas por intoxicação alimentar

Pacientes passaram mal após almoço no refeitório das empresas.
Nenhum dos casos foi considerado grave e todos já receberam alta.


Do G1 PA


Exatas 82 pessoas deram entrada nesta quinta-feira (21) no Hospital de Curionápolis, no sudeste do Pará, com sintomas de intoxicação alimentar. Como nenhum dos casos foi considerado grave, o Hospital medicou e liberou os pacientes.
Todos os pacientes são trabalhadores de duas empresas da construção civil, que prestam serviços sobre mineração na área e teriam almoçado juntas no refeitório do projeto, montado a 40 km da cidade.

GOROROBA ATLÉTICA - CRICIÚMA

Comida de Arapiraca causa intoxicação na equipe, diz Criciúma

Se o time jogasse ontem, teria apenas metade da equipe disponível

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FUTEBOL INTERIOR 20/6/2012 às 13:17:30

Criciúma denuncia falta de higiene em Hotel de Arapiraca
Criciúma denuncia falta de higiene em Hotel de Arapiraca (Foto: Ilustração tesaointelectual.com)
A vitória sobre o ASA, por 2 a 1, no último sábado foi indigesta para alguns jogadores do Criciúma, no sentido mais literal da palavra. Isto porque dez jogadores do elenco tiveram intoxicação alimentar com a comida da concentração onde o time ficou em Arapiraca.
O departamente médico do clube teve bastante trabalho para recuperar os atletas. Alguns deles nem compareceram na reapresentação do time na última segunda-feira. Caso o time entrasse em campo nesta terça-feira, sete dos dez infectados não poderiam enfrentar o Criciúma.
Durante a semana, porém, o treinador do Tigre, Paulo Comelli, deve ter força máxima do elenco para não ter outra "surpresa" durante a partida. O time catarinense lidera a Série B, com 15 pontos, mas pode perder a posição caso América-MG e América-RN vençam nesta terça-feira.
Fonte: maceioagora.com.br

VOLTEI COM FORÇA

Boa noite!

Por diversos motivos, fazia muito tempo que eu não aparecia por aqui.

Hoje fui ver as estatísticas e me surpreendi com a quantidade de acessos, mesmo sem nenhum post novo há +/- 1 ano.

Muito obrigado pelas visitas!

Prometo que tentarei atualizar o blog no mínimo semanalmente.

Estou pensando em colocar algo mais preventivo sobre GMP, MIP, food/feed safety, HACCP, food defence e outros assuntos.

Me aguardem.

GOROROBA ELÁSTICA...

Mulher é indenizada após achar camisinha em extrato de tomate


23/06/2012 - 13h02

JULIA BORBA
DE BRASÍLIA
O STJ (Superior Tribunal de Justiça) deu ganho de causa a uma consumidora que encontrou uma camisinha dentro de uma lata de extrato de tomate. A Unilever terá de indenizá-la em R$ 10 mil.

Segundo relatos da consumidora, o fato foi percebido apenas após o consumo do alimento pela família.

Ela havia preparado uma macarronada para família e ao guardar o restante do molho, encontrou um preservativo masculino, aberto, no fundo da lata.

Diante da situação ela levou o produto para análise da universidade local, no interior do Rio Grande do Sul, e buscou reparação na empresa. Como não houve acordo, ela decidiu acionar a Justiça.

Apesar do incidente ter ocorrido em 2002, a empresa recorreu da decisão em todas as instancias em que pode durante o processo. A decisão do STJ, no entanto, foi publicada apenas na última semana.

A companhia buscou provar no Superior Tribunal de Justiça que não era culpada pelo incidente, uma vez que todo processo de produção do extrato de tomate é automatizado e não passa por manuseio humano.

Para a Justiça, a contaminação "com inserção do objeto estranho encontrado" pode ter ocorrido tanto na mistura dos ingredientes, como por ato de sabotagem.

"De qualquer sorte, a responsabilidade é do fabricante, por violação do princípio da segurança sanitária, já que substâncias encontradas são consideradas prejudiciais à saúde humana. Caso em que a contaminação se deu com grau de sujidade máximo", expõe o texto da relatora, ministra Nancy Andrighi.

A Unilever também tentou questionar o valor inicial da indenização definido pela Justiça do Rio Grande do Sul, mas a juíza do STJ manteve a indenização em R$ 10 mil.

A Folha tentou contato com a assessoria de imprensa da empresa, mas não obteve sucesso.