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terça-feira, 3 de setembro de 2013

Procuradoria investiga leite contaminado de Elegê e Batavo - BRF não aprende...

O Globo - 31/08/2013 -Porto Alegre- O Ministério Público (MP) do Rio Grande do Sul pediu à Justiça a apreensão, ou seja o recall, de todos os lotes de produtos fabricados pela BRF, na unidade de Teutônia, que processa basicamente leite UHT das marcas Elegê e Batavo. O MP abriu investigação ontem a partir uma denúncia do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) de que 33,5 mil litros de leite contaminados com álcool etílico teriam sido usados pela fabricante de produtos lácteos. A determinação vale para produtos industrializados a partir da matéria-prima contaminada recebida pela empresa em 5 de agosto. O órgão ainda não sabe informar se o leite in natura foi usado na produção de UHT ou de outros laticínios, como iogurtes e queijo. O MP informou que recebeu um ofício do Mapa na quinta-feira. O MP gaúcho solicitou explicações à BRF também para saber se houve ou não descumprimento do termo de ajustamento de conduta (TAC) assinado pela empresa em junho, após denúncia de adulteração de leite com formol, substância cancerígena. Em caso de descumprimento, há incidência de multas previstas no TAC. Em 20 de junho, o Mapa constatou a presença de formol em dois lotes de leite UHT da Batavo comercializados em cidades do Paraná. O resultado de uma con-traprova confirmou a contaminação. No dia 25 do mesmo mês, a BRF foi multada por dano moral coletivo em R$ 1,8 milhão pelo prejuízo a consumidores pela contaminação dos lotes produzidos em Teutônia e comercializados em Curitiba. A multa veio em forma de doação: R$ 500 mil ao Fundo de Defesa do Consumidor do Paraná e o restante investido em equipamentos para órgãos públicos fiscaliza-dores gaúchos, entregues ontem pelo MP. O promotor de Defesa do Consumidor Alcindo Luz Bastos da Silva Filho ressaltou que, independentemente da fiscalização do Mapa, é de responsabilidade das indústrias analisar previamente o leite cru e rejeitá-lo caso haja indícios de inconformidade. BRF NEGA PREJUÍZO A0 CONSUMIDOR Em nota, a BRF negou ter usado leite contaminado com álcool etílico. A empresa informou que a matéria-prima adulterada foi encaminhada para desidratação "tão logo foi informada" o que evitou sua distribuição ao mercado. "Nenhum consumidor, portanto, teve acesso a qualquer produto com padrão de qualidade alterado considerando-se a possibilidade de não conformidade na matéria-prima" afirmou a BRF. Ainda segundo a nota, o fornecedor foi "imediatamente afastado do quadro de transportadores" O episódio causou constrangimento ao Mapa. O superintendente do órgão no Rio Grande do Sul, Francisco Signor, lamentou não ter sido informado previa-| mente da investigação e disse que não é atribuição do MP averiguar possíveis irregularidades técnicas: — Infelizmente não tenho nenhuma informação sobre o caso. Aliás, nem eu nem o ministro (Antonio Andrade), que está aqui ao meu lado — reclamou durante a abertura da Expointer, em Esteio (RS). Para Signor, o episódio "grave" e disse que ficou "evidente" o desleixo da empresa com a fiscalização da matéria-prima Segundo ele, é atribuição da indústria zelar pela qualidade do material que recebe de produtores e entrega a consumidores: — Precisamos averiguar com mais profundidade, mas se essa carga foi detectada em uma amostra recolhida pelo ministério, imagine se fizéssemos esses testes todos os dias. Álcool ou qualquer outra substância estranha no leite é fraude. Segundo o superintendente, em caso de comprovação da fraude a unidade da BRF em Teutônia poderá ser interditada até que o problema seja sanado.

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Leite com nitrito - Holandês - SC

27/09/2012 23h34

Laudo aponta presença de nitrito em amostras de leite de marca de SC

Cidasc divulgou na noite desta quinta (27) resultado de 177 amostras.
Desse total, 12 tinham a presença de nitrito, produto utilizado na limpeza.

Do G1 SC, com informações da RBS TV

A Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) divulgou por volta das 18h desta quinta-feira (27) o resultado parcial das amostras feitas de produtos da marca consumida por crianças e uma adulta que apresentaram sintomas de intoxicação. Das 177 amostras analisadas, em 12 havia a presença de nitrito, uma sobra dos produtos usados na limpeza de máquinas na empresa.
 
O gerente estadual de inspeção do Cidasc, Sérgio Borges, afirmou que o acído nítrico, reagindo com a água do leite, forma o nitrato. Essa substância é a que leva aos sintomas apresentados pelos casos de intoxicação.

O resultado final das análises deve sair na terça-feira (2). Estão sendo examinados, de acordo com o gerente, a água residual das máquinas, tanto no início do tratamento da pasteurização do leite como no final, depois da área de limpeza. A análise busca a presença de nitrato.

Em relação à empresa fabricante do leite, o gerente afirmou que "vai estar sob a tutela do estado. Todos os nossos técnicos passarão a monitorar essa empresa". Ele explicou que haverá análises diárias e, depois, semanais e fiscais até que a empresa seja liberada, após seis meses de inspeção.

Enquanto a empresa é analisada, os produtos da marca foram retirados do mercado para evitar novos casos. De acordo com a última tabela divulgada pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica, foram 26 casos de intoxicação desde o dia 19 de setembro até o dia 26. A maioria ocorreu em crianças de até três anos. Porém, há um caso de um menino de cinco anos e uma adulta de 58 anos.

Entenda o caso

A suspeita ocorreu após oito crianças ficarem doentes em três cidades de Santa Catarina. Elas estavam com o mesmo sintoma: apresentavam a região peitoral arroxeada. Após investigação epidemiológica, todos os casos tinham em comum o consumo de leite pasteurizado da mesma marca.O estado montou uma força-tarefa, com funcionários da Vigilância Epidemiológica, Sanitária e Cidasc, e interditou provisoriamente a fábrica produtora, além de retirar os produtos do mercado.

- As informações sobre a quantidade de afetados estão desencontradas. Já encontrei
de 18 a 26. Fregati

 

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

LEITE NOVAMENTE - NA CHINA SERIA PENA DE MORTE, AQUI...

08/12/2010 - 11h15

Quadrilha é presa por adicionar soda cáustica em leite


São Paulo - A Polícia Civil do Estado de Goiás prendeu hoje 14 pessoas durante uma operação que investiga a adulteração de leite na cidade de Jandaia, em Goiás. O delegado Danilo Fabiano Carvalho de Oliveira, que investiga o caso, disse que a quadrilha, formada pelo dono e funcionários de uma fábrica de queijos, trabalhava em conjunto com motoristas de caminhões que buscavam leite de propriedades rurais e faziam o transporte até grandes laticínios da região.

De acordo com o delegado, para obter um preço de produção de queijo mais baixo, era retirado dos caminhões uma certa quantidade de leite, que seria desviada para a fábrica de queijos. A quadrilha então repunha a quantidade retirada com soro, misturado a soda cáustica e água oxigenada, extremamente nocivas.

Oliveira contou que a chamada Operação Longa Vida, semelhante a operação Ouro Branco realizada em Minas Gerais, teve início há dois meses após denúncias de pessoas que trabalhavam na área e conheciam o esquema. Até o momento, estima-se que mais de 2 milhões de litros tenham sido adulterados.

Com as prisões, foi encerrada a primeira fase da operação. Agora a polícia, junto com a Agência Sanitária, quer saber como o leite adulterado teria passado despercebido pelos produtores de laticínio. A polícia também pretende verificar a existência de outros casos de adulteração.

Fonte: Agência Estado

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

JUSTIÇA!!!!!!!!!!! NEM QUE SEJA NA CHINA...

Chineses são condenados à morte por leite adulterado
22 de janeiro de 2009

A justiça chinesa anunciou nesta quinta-feira três penas de morte, uma delas em suspenso, e duas de prisão perpétua para pessoas envolvidas no escândalo do leite adulterado com melamina, um produto que provocou a morte de seis crianças e afetou outras 300.000 ano passado.
Tian Wenhua, ex-diretora da Sanlu, principal empresa produtora envolvida no caso, foi condenada à prisão perpétua, informou a agência de notícias Nova China.
Tian, 66 anos, é a maior autoridade julgada por este escândalo no tribunal de Shijiazhuang, na província de Hebei (norte do país), onde fica a sede Sanlu. Ela foi acusada de ter produzido e vendido produtos "falsos e de qualidade inferior", crime passível de prisão perpétua, mas não da pena de morte.
O tribunal condenou, no entanto, à pena capital três homens, um deles com suspensão da aplicação da sentença, pelo envolvimento no escândalo.
Um dos condenados a morte é Zhang Yujun, que produziu e comercializou 600 toneladas de leite adulterado. Ele foi considerado culpado de ter colocado em perigo a segurança pública.
O tribunal também condenou à prisão perpétua um quinto acusado, Zhang Yanzhang, que comprou o produto de Zhang Yujun e revendeu 230 toneladas.
Os veredictos são os primeiros anunciados do total de 21 acusados.

Fonte: Site Terra